» » Atletas se posicionam contra presença de transexual no vôlei feminino



Após se encontrar nas quadras com a transexual Tiffany, do Vôlei Bauru, a jogadora do Nestlé-SP e da seleção brasileira, Tandara, se posicionou contra a presença da adversária na Superliga Feminina de Vôlei.

“É um assunto delicado. Muitas atletas se posicionaram e receberam críticas. Eu estava me resguardando, esperando esse jogo, porque sabia que seria questionada. Por isso, estudei, conversei com especialistas, como nosso fisiologista, preparador físico, fisioterapeuta, entre outros, e hoje posso dizer que não concordo com a participação da Tifanny na Superliga Feminina”, declarou Tandara após a partida da última sexta-feira, 2 de fevereiro.

Tandara sublinhou que, durante toda a puberdade, Tiffany se desenvolveu como sexo masculino. Por isso, “tem mais massa muscular, quadril mais fino, o que favorece a impulsão, tem pulmão maior e leva vantagem”.

“No início do jogo, ela segura um pouco o braço. Na hora da decisão, final de set, ela vem forte. Em alguns momentos, faz diferença sim”, afirmou a jogadora do Vôlei Nestlé-SP.

Ao “deixar claro” que respeita a atleta transexual, Tandara sublinhou que este “é um assunto delicado e merece mais estudos”. “Mas, quero deixar claro que não é homofobia, é fisiologia”.

Outras atletas já haviam se posicionado contrárias à participação de transexuais em categorias esportivas femininas.

Em janeiro, a ex-jogadora de vôlei católica Ana Paula Henkel expressou sua “preocupação” diante da “total desvirtuação das competições femininas que ocorre atualmente com a aceitação de atletas que nasceram homens, que desenvolveram musculatura, ossos, capacidade pulmonar e cardíaca como homens, em modalidades criadas e formatadas especificamente para mulheres”.

“A verdade mais óbvia e respeitada por todos os envolvidos no esporte é a diferença biológica entre homens e mulheres. Se não houvesse, por que estabelecer categorias separadas entre os sexos?”, questionou em uma ‘Carta aberta ao Comitê Olímpico Internacional’, publicada no site do jornal ‘Estadão’.

Para Ana Paula, o que se assiste atualmente são “entidades esportivas fechando os olhos para a biologia humana na tentativa de ludibriar a ciência em nome de agendas político-ideológicas”.

Em um recente artigo no qual abordou o caso de Tiffany, que jogou na Superliga Masculina há alguns anos como Rodrigo Abreu, a equipe Christo Nihil Praeponere, do site do Padre Paulo Ricardo, ressaltou que “as regras do Comitê Olímpico Internacional, que permitem a participação de transgêneros nas Olimpíadas, são uma verdadeira violência ao bom senso e uma rendição à ideologia de gênero”.

Segundo estas regras, o atleta transgênero deve “declarar que sua identidade de gênero é feminina”, o que “não pode mudar, para fins esportivos, por um mínimo de quatro anos”.

Além disso, “o atleta deve demonstrar que seu nível total de testosterona no sangue está abaixo de 10 nmol/L há pelo menos 12 meses”, nível que deve se manter assim “por todo o período da elegibilidade desejada para competir na categoria feminina”.

Porém, o mesmo artigo recorda que o Comitê Olímpico Internacional “sempre foi extremamente rigoroso, punindo com severidade os atletas reprovados no exame antidoping”, sendo “a cobrança ainda mais rígida” nos esportes femininos, para os quais “até exames antigos” são “objetos de análise” para garantir o adequado nível de testosterona.

Entretanto, pontua, “tudo isso está ameaçado”, uma vez que “as regras do COI para a participação de transgêneros nos esportes são irresponsáveis e servem claramente à ideologia de gênero”.

E, alerta o artigo, “o objetivo da ‘teoria’ de gênero — atenção — é acabar com os conceitos de ‘homem’ e ‘mulher’, acabar com a noção metafísica de pessoa humana, a fim de que tudo se resuma aos interesses emocionais do indivíduo”.

“No fundo, os jogos olímpicos se transformaram em mais uma plataforma ideológica, que pretende anestesiar o bom senso e emudecer a lei natural do espírito humano. Não é só o legado esportivo que está em jogo, mas a sanidade de uma civilização que, aos poucos, vai transformando erros em verdades e verdades em erros”, acrescenta.



Fonte: ACI Digital


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