» » » Aprovar “barrigas de aluguel” é converter a criança em um objeto, adverte especialista



A plataforma ‘Derecho a Vivir’ (Direito a Viver) acredita que “aprovar as ‘barrigas de aluguel’ é atentar contra a dignidade da mulher e converter a criança em um objeto”. Assim responde ao anúncio realizado pelo ministro de Justiça, Rafael Catalá, segundo o qual a regularização das barrigas de aluguel “está na agenda do Governo”.

A doutora e porta-voz de ‘Derecho a Vivir’, Gádor Joya, acredita que, caso esta prática seja regularizada, o governo de Mariano Rajoy estaria “utilizando como desculpa o altruísmo em um tema que afeta a dignidade do ser humano, como aconteceu com o aborto e a eutanásia”.

Além disso, Joya afirmou que “Rajoy não somente mantém as leis de Zapatero como também anuncia que aprovará outras leis que não estavam incluídas em seu programa eleitoral”.


Mercado para comprar e vender crianças

O ministro da Justiça, Rafael Catalá, assegurou que a regularização das ‘barrigas de aluguel’ será feita sem contraprestação econômica para a gestante e depois de delimitar e, sobretudo, observar muito bem a opinião social”.

Entretanto, a porta-voz de ‘Derecho a Vivir’ adverte que a regularização das barrigas de aluguel é abrir a porta a uma nova forma de exploração da mulher. ”Esta prática atenta contra a dignidade da mulher ao convertê-la em um simples objeto de contrato, mas também a expõe a uma vida de escravidão, embora ela pretenda ser voluntária”, explica a Dra. Joya.

Além disso, a doutora Joya denuncia que se o governo decidisse regularizar as ‘barrigas de aluguel’ criaria um mercado para comprar e vender crianças. “A criança também é afetada, pois se torna um objeto de consumo e chega a este mundo através de um contato escrito ou oral”, afirma a porta-voz de ‘Derecho a Vivir’.

Uma prática proibida na Europa
Por outra parte, a Dra. Joya recorda que “a Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa votou contra a legalização e a regularização das barrigas de aluguel de forma definitiva, alegando que os direitos e a dignidade humana das mulheres e das crianças devem ser respeitados”.
Publicado originalmente em Actuall.


Fonte: ACI Digital

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