» » » » Bebedouro para cães é instalado no centro histórico de Botucatu

Bebedouro é opção de cães para driblar o calor
(Foto: Prefeitura de Botucatu/Divulgação)
As primeiras semanas do mês de janeiro têm sido de muito sol e poucas nuvens. Enquanto os moradores buscam alternativas para driblar o calor, um bebedouro para cães e gatos foi instalado em uma praça de Botucatu (SP) e se tornou uma alternativa de refresco para os animais de estimação da cidade.

O bebedouro está localizado na Praça Rubião Júnior, centro histórico de Botucatu que foi reformado e entregue no fim de setembro do ano passado. O equipamento é uma cuba de pia em inox com uma válvula que permite encher o recipiente automaticamente, igual a uma caixa acoplada de vaso sanitário.

De acordo com Darci da Silva, encarregado do setor de hidráulica da Secretaria de Obras de Botucatu e que desenvolveu o sistema, o esvaziamento do bebedouro ainda é feito manualmente ao girar um registro instalado ao lado. “Vamos aperfeiçoar o procedimento colocando uma válvula para que a pessoa possa pisar para trocar a água de maneira mais fácil”, explica. Ainda segundo o secretário, os moradores aprovaram a ideia e pedem para que os bebedouros sejam instalados em outras praças. “Já virou ponto turístico da cidade”, comenta.

Especialistas afirmam que a quantidade de água ideal para um cão beber por dia depende de seu peso. A proporção é de 28,35 gramas por quilo de peso corporal.  Por exemplo: um cachorro de 7 kg deve ingerir, aproximadamente, 165 ml de água por dia, o que equivale a meia lata de refrigerante.

“Nos dias quentes, os cachorros irão beber mais água, assim como aqueles mais ativos, ou depois de um passeio ou sessão de exercícios. A desidratação pode levar à morte de um cão ou gato rapidamente. Mais de 24 horas sem água caracteriza um caso de urgência e necessita de cuidados veterinários”, afirma a médica veterinária do Canil Municipal de Botucatu, Selene Babboni.

Ela ainda recomenda a não passear com os cães nas horas mais quentes do dia, principalmente aqueles animais mais peludos ou de focinho curto. Cães podem ter dificuldade em eliminar o calor e passar mal se submetidos a esforços excessivos. “É preciso evitar o sol do meio-dia. As almofadinhas das patas (os coxins dos cães) também podem se queimar no chão quente, principalmente no asfalto, que atinge temperaturas elevadíssimas durante o calor. Já em casa, a água deve ser trocada pelo menos uma vez por dia e o pote limpo diariamente”, conclui.


Fonte: Portal G1

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