» » » Reclamações sobre a Black Friday passam de 12 mil

O site especial do Reclame Aqui sobre a promoção de descontos da Black Friday Brasil 2014 começou a receber reclamações de consumidores desde as 18h de quinta-feira (27), quando muitas empresas colocaram as ofertas no ar. O acesso do hotsite alcançou o 1,3 milhão, com média de 6 mil visitas por instante e picos que chegaram a 12 mil pessoas ao mesmo tempo. Após 36 horas, foram registradas mais de 12 mil queixas até o encerramento da superpromoção no link http://www.reclameaqui.com.br/blackfriday/.

Os principais motivos de queixa dos consumidores foram maquiagem de preços, dificuldade no acesso aos sites, mudança no valor de produtos no momento de finalizar a compra e problemas no pagamento, incluindo a rejeição a cupons de desconto e a ausência de opções de pagamento, como boletos bancários.
Outra forma de maquiagem identificada pelos consumidores foi a cobrança de frete caro, compensando o desconto no preço. Também houve dezenas de casos de produtos que “sumiam” no momento em que eram colocados no carrinho virtual. Algumas empresas tiveram falta de produtos em estoque já nas duas primeiras horas da promoção.

Durante a madrugada, muitos sites ficaram fora do ar devido ao grande número de acessos, mas desde o amanhecer foram os problemas relacionados a preço e condições de pagamento e entrega que concentram a maioria das reclamações. Problemas de falta de produtos anunciados em estoque também foram relatados por consumidores de todo o país.

Muitas empresas também foram questionadas quanto ao prazo do frete. Consumidores que pensaram em aproveitar a Black Friday para adiantar as compras de Natal com desconto foram surpreendidos no momento de fechar as compras: alguns produtos só devem chegar depois do ano novo. De acordo com a Reclame Aqui, os prazos de entrega em muitas das lojas foi estendido para a promoção deste ano. Há casos de previsão de mais de 50 dias para entrega. Em outros, a entrega será em até 30 dias úteis.

De acordo com o Reclame Aqui, por volta de meia-noite, a loja líder do ranking era Americanas.com, com 1.221 reclamações, seguida pela Submarino (1.100) e Saraiva (682), Shoptime (235), KaBuM! (197). Veja aqui o ranking completo.

No caso da Submarino e das Americanas.com, os sites das duas empresas tiveram problemas de acesso durante a noite devido ao grande número de consumidores online simultaneamente, mas o ritmo de novas reclamações diminuiu a partir das 6h. Desde então, a maior parte das reclamações referiu-se a problemas com preço e finalização das vendas.

Na Saraiva, os problemas foram relacionados a preços e, principalmente, dificuldades na finalização do pedido. Consumidores informaram que os produtos apresentados sumiam do estoque no momento da compra ou “sumiam” do carrinho de compras virtual. Houve também queixas sobre os valores de alguns produtos apresentados como 'em promoção', mas que estariam com preço “normal”.

A Netshoes apresentou muitos problemas durante a madrugada e continuou instável. A maquiagem de preços também foi apontada como um problema por consumidores. O Extra.com.br esteve mais estável que os concorrentes com mais queixas, e os consumidores concentraram suas reclamações em questões relacionadas ao preço. Muitos questionaram se há realmente descontos e criticaram o valor do frete cobrado.

A Netshoes informou que estenderá as condições e as ofertas da Black Friday para este sábado (29) para garantir o direito de compra nas mesmas condições anunciadas a clientes que eventualmente não conseguiram concluir pedidos nas primeiras horas da campanha e a todos que desejem aproveitar as promoções por mais um dia. A loja informou que a instabilidade na navegação foi solucionada. A Saraiva informou que não se manifestará a respeito, pois até o momento ainda não foi notificada oficialmente sobre o assunto.

O G1 também entrou em contato com as empresas Submarino, Americanas e KaBuM!, e aguarda posicionamento.

No ano passado, o Reclame Aqui recebeu 8,5 mil reclamações por causa da Black Friday, 6,2% a mais do que em 2012. Os principais motivos foram: falta de estoque dos produtos (46%), maquiagem de preço (2%), lentidão e dificuldade para acessar os sites das empresas.


Fonte: Portal G1

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