» » » » Oito pessoas são presas em ação que fechou clínica de aborto no RS

Mulher que vendia medicamentos abortivos também foi presa no RS (Foto: Fábio Almeida/RBS TV)


Oito pessoas foram presas durante a operação da Polícia Civil na tarde de quarta-feira (29), que desarticulou uma quadrilha que realizava abortos na Zona Norte de Porto Alegre. De acordo com o delegado Wagner Dalcin foi estipulada uma fiança de R$ 10 mil, mas como não foi paga os suspeitos foram levados ao Presídio Central e Madre Pelletier, como mostra reportagem do Bom Dia Rio Grande, programa da RBS TV.

Entre os detidos estão cinco pessoas que se encontravam dentro da clínica no momento da ação, uma jovem de 21 anos que aguardava o procedimento cirúrgico, uma mulher que vendia medicamentos e um homem responsável por levar as mulheres até o local.

A casa antiga, que usava como fachada uma clínica estética, realizava abortos. No momento da chegada da polícia, uma jovem de 21 anos estava pronta para o procedimento cirúrgico. Uma denúncia, entregue há pouco mais de duas semanas, deu início à apuração. O local realizava, em média, cinco abortos por dia, diz o delegado.

"A forma de acesso ao local era bastante segura, as meninas não recebiam o endereço da clínica, elas eram conduzidas até o local por um indivíduo. Era feito um contato prévio com essas pessoas, entre um intermediário e essa pessoa que trazia à clínica, mostrando que realmente era um esquema bem organizado", explicou o delegado.

Materiais usados para o procedimento foram apreendidos no RS (Foto: Fabio Almeida/RBS TV)
Materiais usados para o procedimento foram
apreendidos no RS (Foto: Fabio Almeida/RBS TV)
Foram encontrados equipamentos médicos e aparelhos cirúrgicos que comprovariam a realização dos abortos. A mulher que vendia medicamentos abortivos foi presa em flagrante na Zona Sul da capital. Os remédios foram apreendidos na sua casa. A presa também agenciava as interessadas para a clínica de aborto.

Os presos vão responder por formação de quadrilha, realização de aborto e venda de medicamentos proibidos. A polícia ainda investiga a participação de mais pessoas no esquema, inclusive médicos.

Conforme o Código Penal, aborto é considerado um crime contra a vida e prevê pena de um a quatro anos de reclusão para os terceiros, além de pena de um a três anos de detenção para a gestante. Caso não tenha sido consentido pela vítima, a pena aumenta para três a 10 anos de reclusão. Todos os envolvidos podem ser denunciados pelo crime.


Fonte: Portal G1

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