» » » » » Presidente Prudente registra 30 ocorrências de maus-tratos a animais

Entre as denúncias feitas à polícia está a de
abandono de animais (Foto: Vinícius Pacheco/G1)
Presidente Prudente já contabiliza neste ano 30 ocorrências de maus-tratos a animais. O número de boletins registrados na Central de Polícia Judiciária é, de acordo com a Polícia Civil, superior ao do ano passado e se deve ao maior número de denúncias formalizadas pela população.

“Atualmente, as ligações aumentaram porque as pessoas estão mais antenadas com o assunto e tomaram coragem para denunciar, mesmo sabendo que pode haver um desentendimento com o vizinho”, diz, em nota, a Central de Polícia Judiciária.

Dos 30 casos registrados, dez são descritos como crueldade (quando há espancamento, tortura ou falta de cuidados necessários para a sobrevivência) e dez como prática ou ato de abuso (quando se castiga de maneira excessiva ou é oferecido tratamento inadequado). Nove deles são referentes à morte de espécimes da fauna silvestre – mesmo que em cativeiro ou gaiola. O outro diz respeito a abandono.

Ana Luizari adotou Zeus, um vira-lata que foi atropelado e cuja família pensava em abandonar (Foto: Mariane Peres/G1)
Ana Luizari adotou Zeus, um vira-lata que foi
atropelado e cuja família pensava em abandonar
(Foto: Mariane Peres/G1)
As denúncias podem ser feitas à PM pelo telefone 190. Os animais silvestres apreendidos são levados para a Polícia Ambiental, que os encaminha para associações protetoras dos animais. Na região de Presidente Prudente, os animais acabam sendo levados para uma entidade em Assis (SP), que cuida da reabilitação para, quando possível, devolvê-los ao habitat natural.

Já cães, gatos e outros animais domésticos, quando flagrados em situação irregular, são encaminhados a ONGs que buscam novos lares para eles. Elas pedem que aqueles interessados em ter um bicho em casa adotem.

Foi o que fez a empresária Ana Luizari, de 46 anos. Ela, que já tinha mais de dez cachorros, decidiu adotar também Zeus, um vira-lata que foi atropelado e cuja família pensava em abandonar por não ter como sustentá-lo.

O pet atualmente precisa do auxílio de rodas nas patas traseiras para se locomover. “Quando o adotei, suas pernas estavam muito feridas e ele estava magro. Hoje, ele está bonito e corre por todo lado com a ajuda de suas rodinhas”, diz a nova dona, que revela tratar dos cães como filhos.


Fonte: Portal G1

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