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Cartaz de Gonzaga: de Pai para Filho, filme de
Breno Silveira (Foto: Divulgação)
O filme “Gonzaga de pai para filho”, de Breno Silveira, foi o grande vencedor do XII Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Com 15 indicações, o filme venceu em 5 categorias: melhor longa-metragem de ficção; melhor direção; melhor ator; melhor ator coadjuvante; e melhor som.

Já "Raul - o início, o fim e o meio", de Walter Carvalho, faturou quatro prêmios: melhor documentário, melhor montagem de documentário, melhor direção de arte - este último dividido com "Xingu" e "Heleno", além de ser eleito melhor documentário pelo voto popular.

Outro filme bastante premiado foi "Heleno", de José Henrique Fonseca, com quatro troféus: melhor direção de fotografia; melhor direção de arte; melhor figurino; e melhor maquiagem.

Dira Paes foi eleita melhor atriz, por sua atuação em "À beira do caminho", enquanto Júlio Andrade levou o equivalente masculino com seu trabalho em "Gonzaga de pai para filho".

A grande homenageada deste ano foi a atriz Ruth de Souza, que começou sua carreira nos palcos em 1945, sendo a primeira atriz negra a se apresentar no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, e estreou no cinema em “Terra violenta”, de 1948. Souza foi ainda a primeira brasileira a receber uma indicação a um prêmio internacional, o Leão de Ouro em Veneza, em 1954, por “Sinhá moça”.

Outras homenagens foram feitas ao falecido diretor, produtor, roteirista, professor e assistente de direção Roberto Santos e ao crítico Ismail Xavier, que receberá o Prêmio Especial de Preservação.
Veja abaixo, em negrito, os vencedores em cada categoria:

Melhor longa-metragem de ficção
“Corações sujos”, de Vicente Amorim
“Febre do rato”, de Claudio Assis
“Gonzaga de pai para filho”, de Breno Silveira
“Heleno”, de José Henrique Fonseca
“Xingu”, de Cao Hamburger

Melhor longa-metragem documentário
“5x pacificação”, de Cadu Barcellos, Luciano Vidigal, Rodrigo Felha e Wagner Novais.
“A música segundo Tom Jobim”, de Dora Jobim e Nelson Pereira dos Santos.
“Raul – o início, o fim e o meio”, de Walter Carvalho
“Tropicália”, de Marcelo Machado
“Uma longa viagem”, de Lucia Murat

Melhor longa-metragem infantil
“31 minutos”, de Álvaro Díaz e Pedro Peirano.
“Brichos – a floresta é nossa”, de Paulo Munhoz.
“Cocoricó conta clássicos”, de Fernando Gomes.
“Peixonauta – agente secreto da O.S.T.R.A”, de Célia Catunda e Kiko Mistrorigo.

Melhor longa-metragem de animação
“Brichos – a floresta é nossa”, de Paulo Munhoz.
“Peixonauta – agente secreto da O.S.T.R.A”, de Célia Catunda e Kiko Mistrorigo.

Melhor direção
Afonso Poyart, por “2 coelhos”
Breno Silveira, por “Gonzaga de pai para filho”
Cao Hamburger, por “Xingu”
Claudio Assis por “Febre do rato”
Walter Carvalho, por “Raul - o início, o fim e o meio”

Melhor atriz
Alessandra Negrini, por “2 coelhos”
Dira Paes, por “À beira do caminho”
Hermila Guedes, “Era uma vez eu, Verônica”
Nanda Costa, por “Febre do rato”
Simone Spoladore, por “Sudoeste”

Melhor ator
Caio Blat, por “Xingu”
Daniel de Oliveira, por “Boca”
João Miguel, por “Xingu”
Júlio Andrade, por “Gonzaga de pai para filho”
Rodrigo Santoro, por “Heleno”

Melhor atriz coadjuvante
Andrea Beltrão, por “Os penetras”
Ângela Leal, por “Febre do rato”
Dira Paes, por “Sudoeste”
Leandra Leal, por “Boca”
Zezé Motta, por “Gonzaga de pai para filho”

Melhor ator coadjuvante
Ângelo Antônio, por “À beira do caminho”
Claudio Cavalcanti, por “Astro, uma fábula urbana em um Rio de Janeiro mágico”
Domingos Montagner, por “Gonzaga de pai para filho”
Eduardo Moscovis, por “Corações sujos”
João Miguel, por “Gonzaga de pai para filho”

Melhor direção de fotografia
Adrian Teijido, por “Gonzaga de pai para filho”
Adriano Goldman, por “Xingu”
Lula Carvalho, por “Paraísos artificiais”
Rodrigo Monte, por “Corações sujos”
Walter Carvalho, por “Heleno”

Melhor direção de arte (empate)
Cassio Amarante, por “Xingu”
Claudio Amaral Peixoto, por “Gonzaga de pai para filho”
Claudio Amaral Peixoto, por “Paraísos artificiais”
Daniel Flaksman, por “Corações sujos”
Marlise Storchi, por “Heleno”

Melhor figurino
Ana Avelar e Claudia Kopke, por “Gonzaga de pai para filho”
Claudia Kopke, por “Paraísos artificiais”
Cristina Kangussu, por “Corações sujos”
Rita Murtinho, por “Heleno”
Verônica Julian, por “Xingu”

Melhor maquiagem
Anna Van Steen, por "Xingu”
Doel Sauerbronn, por “2 coelhos”
Lu Moraes, por “Reis e ratos”
Marilu Mattos, por “Corações sujos”
Martín Marcías Trujillo, por “Gonzaga de pai para filho”
Martín Marcías Trujillo, por “Heleno”

Melhor efeito visual
Carlos Faia, Gus Martinez e Xico de Deus, por “2 coelhos”
Claudio Peralta, por “Gonzaga de pai para filho”
Hugo Gurgel, por “Xingu”
Robson Sartori, por “Paraísos artificiais”
Sergio Farjalla Jr, por “Corações sujos”

Melhor roteiro original
Afonso Poyart, por “2 coelhos”
Anna Muylaert, Cao Hamburger e Elena Soarez, por “Xingu”
Felipe Bragança, Fernando Castets e José Henrique Fonseca, por “Heleno”
Hilton Lacerda, por “Febre do rato”
Patrícia Andrade, por “Gonzaga de pai para filho”

Melhor roteiro adaptado
Carlos Gerbase, por “Menos que nada”, adaptado do conto “O diário de Redengonga”, de Arthur Schnitzler
David França Mendes, por “Corações sujos”, adaptado da obra “Corações sujos”, de Fernando Morais
Flavio Frederico e Mariana Pamplona, por “Boca”, adaptado da obra “Boca do Lixo”, de Hiroitode Moraes Joanides
Helena Ignez, por “Luz nas trevas – a volta do bandido da luz vermelha”, adaptado da Obra “Luz nas trevas – a volta do bandido da luz vermelha”, de Rogério Sganzerla
Lusa Silvestre e Marcelo Rubens Paiva, por “E ai... comeu?”, adaptado da obra teatral “E ai...comeu?”, de Marcelo Rubens Paiva

Melhor montagem de ficção
Afonso Poyart, André Toledo e Lucas Gonzaga, por “2 coelhos”
Diana Vasconcellos, por “Corações sujos”
Gustavo Giani e Vicente Kubrusly, por “Gonzaga de pai para filho”
Gustavo Giani, por “Xingu”
Sergio Mekler, por “Heleno”

Melhor montagem de documentário
Jordana Berg, por “Marcelo Yuka no caminho das setas”
Luelane Correa, por “A música segundo Tom Jobim”
Oswaldo Santana, por “Tropicália”
Pablo Ribeiro, por “Raul – o início, o fim e o meio”
Vânia Debs, por “Marighella”

Melhor som
Alessandro Laroca, Armando Torres Jr. e Valéria Ferro, por “À beira do caminho”
Alessandro Laroca, Armando Torres Jr., Eduardo Virmond Lima e Leandro Lima, por “Paraísos artificiais”
Alessandro Laroca, Armando Torres Jr., Eduardo Virmond Lima e Paulo Ricrado Nunes, por “Xingu”
Alessandro Laroca, Armando Torres Jr.; Eduardo Virmond Lima, Renato Calaça e Valéria Ferro, por “Gonzaga de pai para filho”
André Tadeu, Rodrigo Ferrante, Lia Camargo e Tide Borges, por “2 coelhos”

Melhor trilha sonora
Alexandre Kassin, por “Tropicália”
Caetano Veloso e Mauro Lima, por “Reis e Ratos”
Helena Ignez, Lucio Branco, Rodrigo Lima e Sinai Sganzerla, por “Luz nas trevas – a volta do bandido da luz vermelha”
Paulo Jobim, por “A música segundo Tom Jobim”
Plínio Profeta, por “E aí... comeu?”
José Miguel Miranda e José Miguel Tobar, por “Violeta foi para o céu”

Melhor trilha sonora original
Akihiko Matsumoto, por “Corações sujos”
André Abujamra e Marcio Nigro, por “2 coelhos”
Berna Ceppas, por “Gonzaga de pai para filho”
Berna Ceppas, por “Heleno”
Beto Villares, por “Xingu”

Melhor curta-metragem ficção
“A mão que afaga”, de Gabriela Amaral Almeida
“A melhor idade”, de Angelo Defanti
“A onda traz o vento leva”, de Gabriel Mascaro
“Laura”, de Thiago Valente
“O duplo”, de Juliana Rojas

Melhor curta-metragem documentário
“A cidade”, de Liliana Sulzbach
“Desterro”, de Cláudio Marques e Marília Hughes
“Elogio da graça”, de Joel Pizzini
“Filme para poeta cego”, de Gustavo Vinagre
“Quem tem medo de Cris Negão?”, de René Guerra

Melhor curta metragem animação
“Cabeça de papelão”, de Quiá Rodrigues
“Dia estrelado”, de Nara Normande
“O ogro”, de Márcio Junior e Márcia Derétti
“Realejo”, de Marcus Vinícius Vasconcelos
“Valquíria”, de Luiz Henrique Marques

Melhor longa-metragem estrangeiro
“A invenção de Hugo Cabret” (EUA), de Martin Scorsese
“A separação” (Irã), de Asghar Farhadi
“Argo” (EUA), de Ben Affleck
“As aventuras de Pi” (EUA), de Ang Lee
“Intocáveis” (França), de Olivier Nakache e Eric Toledano

Veja lista de filmes premiados por voto popular:

VOTO POPULAR - Melhor longa-metragem de ficção
"Febre do Rato", de Cláudio Assis

VOTO POPULAR - Melhor longa-metragem documentário
"Raul - o início, o fim e o meio", de Walter Carvalho

VOTO POPULAR - Melhor longa-metragem estrangeiro
"Intocáveis" (França), de Olivier Nakache e Eric Toledano



Fonte: Portal G1

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