» » » » » Foragido há 2 anos, ex-presidente da assembleia de RO se entrega

Ex-deputado Valter Araujo se entrega à Justiça
(Foto: José Hilde/Ascom/ALE)
Porto Velho na manhã desta quinta-feira (26), segundo o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ/RO). Valter foi preso durante a Operação Termópilas, deflagrada em novembro de 2011, suspeito de chefiar uma quadrilha que desviou pelo menos R$ 12 milhões dos cofres públicos. De acordo com o advogado de defesa, Marcelo Minin, durante o período em que esteve foragido, Valter permaneceu em sua casa, em um condomínio de luxo na Zona Norte da capital.
O ex-presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia Valter Araújo, foragido da Justiça há quase dois anos, se apresentou espontaneamente no Fórum Criminal de

O ex-deputado se apresentou durante uma audiência de instrução, que ocorreria mesmo ele estando ausente. Ele foi ouvido pela juíza substituta do Juizado Especial da 3º Vara Criminal Larissa Pinho. A unidade prisional onde Valter deverá cumprir a prisão ainda não foi definida.

Valter Araújo foi ouvido durante audiência nesta quinta-feira, 26 (Foto: Marcos Paulo/G1)
Valter Araújo foi ouvido durante audiência nesta
quinta-feira, 26 (Foto: Marcos Paulo/G1)
Valter era considerado foragido pela Polícia Federal  desde dezembro de 2011, quando foi solto após pedido de habeas corpus favorável e, em seguida, revogado pelo Superior Tribunal de Justiça (STF). Além de chefiar a quadrilha, Valter também foi apontado como mandante de uma emboscada contra agentes da PF durante as investigações.

Operação Termópilas
A operação foi deflagrada no dia 18 de novembro de 2011, com o cumprimento de 10 mandados de prisão preventiva, quatro de temporárias e 57 ordens de busca e apreensão em seis cidades do estado. Oito dos 24 deputados da Assembleia Legislativa foram presos. De acordo com o MP, a quadrilha atuava em um esquema fraudulento que favorecia empresas em licitações e contratos de prestação de serviço a órgão do governo, especialmente na Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e Secretaria de Justiça (Sejus).

Cerca de 20 pessoas foram indiciadas em quase 70 ações penais propostas, como formação de quadrilha, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, violação de sigilo, entre outros.


Fonte: Portal G1

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