» » » ‘Coelho leão’ chama a atenção do público na Expointer, no RS

Coelho leão recebeu esse nome pela juba parecida com a do felino (Foto: Felipe Truda/G1)


Um exemplar de coelho exposto no pavilhão de aves e pequenos animais da Expointer 2013 tem chamado a atenção dos visitantes da feira de agronegócio realizada no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Trata-se de uma fêmea da raça “lionhead”, batizada com esse nome pela semelhança com um leão.

Com pelos avermelhados e uma juba, ela foi considerada o grande campeã no julgamento realizado na última sexta-feira (23) e continua fazendo sucesso entre o público. “É um bichinho interessante”, diz o contador Daniel Matos, de 26 anos. Morador de Cerro Negro, em Santa Catarina, o visitante diz que teria um coelho de estimação. “É um bicho dócil, não se incomoda e é fácil de cuidar”, diz.

Minicoelhos Expointer (Foto: Felipe Truda/G1)
Agitados, minicoelhos divertem o público na Expointer (Foto: Felipe Truda/G1)


O “lionhead” é um exemplar de coelho “pet”, criado para ser animal de estimação. O proprietário do animal, Gabriel Büttenbender, conta que cada vez mais pessoas buscam coelhos para esta finalidade. “O coelho está sendo difundido no mercado brasileiro através do pet. Muitas pessoas criam coelhos de estimação”, conta o cunicultor do município de Dois Irmãos, no Vale do Sinos.

O exemplar exposto é um reprodutor, portanto não está à venda. “Ela é filha do grande campeão do ano passado”, conta, orgulhoso, o criador. “Mas todos os animais que expomos aqui têm exemplares à venda. Os preços variam de R$ 150 a R$ 500”, acrescenta.

Gabriel Coelhos Expointer (Foto: Felipe Truda/G1)
Gabriel é um dos criadores de coelhos presentes
na Expointer (Foto: Felipe Truda/G1)
Além da lionhead, também fazem sucesso os minicoelhos, outra raça usada como animal de estimação. Espalhados em uma gaiola maior, alguns deles provocam risos ao correr de um ado para o outro. Mas para quem pretende ter um um deles em casa, são necessários alguns cuidados.

Büttenbender alerta que eles devem ser alimentados com uma ração específica, sempre do mesmo tipo. As gaiolas devem ser grandes o suficiente para que o animal possa se mover e precisam ser limpas uma vez por dia. E o principal: não deixar correr pela casa. “Não é aconselhável criar solto, pois pode pegar bactérias. Eles precisam ficar sempre na gaiola”, avisa o criador.

Participam da Expointer nove criadores de coelhos, que expõem 414 animais de aproximadamente 30 raças diferentes. Os coelhos são divididos em cinco categorias: pelo, carne, pele, gigante e miniatura. Büttenbender conta que trabalha com os animais praticamente a vida inteira. “Cresci no meio da criação”, conta ele.


 Fonte: Portal G1

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